A expedição de papelão ondulado no Brasil alcançou 368 mil toneladas em setembro de 2026, o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 2005. O resultado representa um crescimento de 0,2% em relação a setembro do ano passado, segundo o IBPO (Índice Brasileiro de Papelão Ondulado) elaborado pela Empapel e FGV/Ibre.
O indicador atingiu 163,9 pontos em setembro. Considerando a expedição por dia útil, o volume chegou a 14,7 mil toneladas, avanço de 4,2% na comparação anual. O resultado considera que setembro de 2026 teve 25 dias úteis, um a menos do que no mesmo período de 2025.
Nos dados dessazonalizados, que retiram os efeitos de fatores sazonais, o IBPO alcançou 160,2 pontos, equivalente a um volume expedido de 358,9 mil toneladas. Nessa base de comparação, o índice avançou 2,3% em relação a agosto. A expedição por dia útil chegou a 14,3 mil toneladas, alta de 6,4% na comparação mensal.
Apesar do recorde para setembro, o desempenho acumulado do terceiro trimestre apresentou retração. Entre julho e setembro, a expedição de papelão ondulado teve queda de 0,4% em relação ao mesmo período de 2025.
O papelão ondulado é utilizado em diferentes cadeias produtivas, como alimentos, bebidas, higiene, indústria farmacêutica, agronegócio, indústria de transformação, logística e comércio eletrônico.
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