Os acenos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Gilberto Kassab (PSD) têm sido lido por aliados de ambos como uma “lição” do petista para os outros partidos do Centrão. A leitura é de que o PSD deve ser premiado com mais espaço no quarto mandato de Lula após ser o única legenda fora da esquerda que não aderiu à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Aliados próximos de Kassab têm defendido que ele seja ministro de Lula. Em entrevistas recentes, o chefe do PSD tem sinalizado em fazer parte da base aliada do petista e externado a avaliação de que, ao contrário do consenso atual, o presidente não terá problemas de governabilidade ao conseguir atrair o centro e isolar o PL.
