A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a Operação Dirty Dancing para desarticular uma organização criminosa suspeita de recrutar mulheres brasileiras para exploração sexual em Israel. Uma mulher, suspeita de chefiar o esquema foi presa.
Segundo as investigações, o grupo também facilitava a entrada irregular das vítimas em outros países, organizava a divulgação de anúncios de prostituição e ficava com parte do dinheiro obtido com a atividade.
A operação cumpriu um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, no Pará. Outro mandado de busca e apreensão foi executado em Goiânia, em Goiás.
Por determinação da Justiça Federal, também foram autorizadas medidas para atingir o patrimônio dos investigados.
Entre elas, o sequestro e o bloqueio de bens e valores até o limite de R$ 10 milhões, além da suspensão das atividades de duas empresas ligadas à principal investigada, que foi presa.
Outros dois suspeitos tiveram os passaportes apreendidos, passaram a ser monitorados eletronicamente e estão proibidos de deixar o país.
