A AliançaBiodiesel anunciou nesta quinta-feira (5) a criação do Super Bio+, uma nova certificação de qualidade do biocombustível que substitui as qualificações Bio+ e Superbiodiesel.
Segundo associações que compõem a AliançaBiodiesel, a nova certificação “avalia requisitos relacionados à gestão, ao processo produtivo, às boas práticas e à sustentabilidade, com auditoria independente e análises laboratoriais” e já foi aplicada a algumas usinas.
De acordo com a Aprobio (Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil) e a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), o Super Bio+ abrange os critérios exigidos atualmente pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e inclui “limites mais restritivos” para a presença de componentes no biocombustível, como sódio e potássio, cálcio e magnésio, e fósforo.
Na avaliação do presidente da Aprobio, Jerônimo Goergen, a certificação garante transparência e responsabilidade para o setor.
“Não queremos apenas dizer que o biodiesel brasileiro tem qualidade. Queremos colocar essa qualidade à prova, com critérios mais rigorosos, auditoria independente e transparência. Quanto mais o biodiesel avança na matriz energética brasileira, maior também precisa ser a responsabilidade do setor com a qualidade que entrega ao mercado”, defendeu.
“O Brasil já mostrou que sabe produzir biocombustíveis em escala.
