A rainha consorte Mette-Marit, de 53 anos, passou, em junho deste ano, por um transplante de pulmão devido a uma fibrose pulmonar crônica, uma doença incurável e progressiva diagnosticada em 2018 que ameaçava sua vida. O procedimento foi bem-sucedido, no entanto, recentemente vieram à tona novas informações sobre a cirurgia.
O escritor e jornalista norueguês Alfred Fidjestøl realizou o lançamento do livro Eventyrnettine, esta semana, que trata sobre os bastidores da bem-sucedida campanha da seleção norueguesa de futebol até as quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Entretanto, a obra gerou uma enorme controvérsia ao abordar publicamente aspectos ilegais sobre o transplante da monarca.
Polêmica envolve a rainha Mette-Marit
Alfred informou que a cirurgia da rainha ocorreu em 16 de junho de 2026, durante a partida da Noruega contra o Iraque pela Copa do Mundo. Segundo ele, os pulmões vieram de um doador que morreu subitamente em um acidente em um país nórdico. Porém, a lei norueguesa reprime qualquer exposição sobre a doação de órgãos, a identidade e a cronologia que ligam um doador a um receptor. Essas informações devem manter-se completamente anônimas.
“O rei de 89 anos havia vivido alguns dias intensos. Na segunda-feira anterior à partida contra o Iraque, Marius fora condenado a quatro anos de prisão por crimes sexuais.
