Recém-casada com o atleta Kaique Cerveny, Juliette Freire abriu o jogo sobre a decisão de oficializar a união sob o regime de separação total de bens. A declaração foi feita na última quarta-feira (4/11), durante o programa Saia Justa, do GNT. Na ocasião, a ex-BBB explicou que a escolha está relacionada à organização financeira e à proteção do patrimônio de cada um, e não a questões sentimentais.
Em conversa com a coluna Fábia Oliveira, a advogada especialista em Direito de Família Juliana Gevaerd explicou que a separação total de bens permite que cada cônjuge mantenha seu patrimônio individual, incluindo tanto os bens adquiridos antes quanto durante o casamento.
“A separação total de bens é um regime em que cada cônjuge mantém seu patrimônio individual, tanto o adquirido antes quanto durante o casamento. Isso significa que cada um administra seus bens, rendimentos e investimentos com autonomia, sem que exista, como regra, comunicação patrimonial. Em caso de divórcio, não há divisão automática dos bens particulares de cada um. Entretanto, os bens adquiridos conjuntamente podem pertencer a ambos, conforme a participação de cada um. É importante esclarecer que a separação de bens não afasta o dever de assistência mútua nem eventual obrigação alimentar. Além disso, não significa necessariamente ausência de direitos sucessórios. Trata-se de um regime que proporciona independência patrimonial, mas exige planejamento e transparência entre os cônjuges”, disse ela.
