A inteligência artificial generativa já faz parte da rotina da alta liderança. Ela resume relatórios, monta cenários e escreve a primeira versão de apresentações em minutos. A pergunta que passou a ocupar CEOs e conselheiros não é mais se a tecnologia deve ser usada, mas onde ela merece confiança e onde precisa ser vigiada de perto.
Sete decisões que nenhum CEO deveria delegar para a IA, e cinco que já deveria
