Após o clássico disputado pelo Campeonato Brasileiro Série A, o técnico Dorival Júnior abordou as escolhas táticas feitas na escalação do São Paulo e comentou o desenrolar da partida. Entre os pontos centrais, o comandante justificou a opção de começar com o atacante Calleri no banco de reservas contra o Corinthians.
Por que Calleri começou entre os reservas?
Segundo o treinador são-paulino, o plano inicial previa uma formação móvel no ataque para retirar a referência dos defensores alvinegros. No entanto, o temporal que atingiu o local da partida alterou as condições do gramado logo antes do início do jogo.
“A ideia era termos mobilidade na frente, não darmos referência aos zagueiros do Corinthians. No momento em que estávamos fazendo a preleção e definindo a formação, a dúvida surgiu até momentos antes da saída do hotel. Naquele instante, começou um dilúvio, mas já tínhamos definido o que faríamos. Não foi uma decisão errada, ao contrário. Se tivéssemos um campo dentro da normalidade, sem aquela chuva, talvez tivéssemos mais sucesso com essa formação”, afirmou Dorival.
O que mudou na equipe durante o intervalo?
Com o campo encharcado, o São Paulo encontrou dificuldades para manter a troca de passes curtos e a progressão em velocidade. A comissão técnica realizou mudanças no intervalo para recompor uma referência ofensiva na área corintiana.
“Era flutuar entre as linhas para caminhar com a bola até o gol.
