Educador financeiro explica como endividamento afeta a vida das pessoas
A parcela de famílias brasileiras que se consideram muito endividadas recuou de 17,3% em setembro para 16,8% em outubro, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (5) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O resultado é o menor percentual desde abril, quando o indicador havia registrado 16,4%.
A inadimplência também recuou pelo segundo mês consecutivo. A parcela de famílias com dívidas em atraso passou de 29,6% em setembro para 29,3% em outubro, o menor nível registrado em 2026.
O endividamento geral também teve um recuo tímido. Em outubro, 81,6% das famílias tinham algum tipo de dívida a vencer, como cartão de crédito, financiamento ou empréstimo. O percentual caiu 0,1 ponto percentual em relação a setembro, mas permanece acima dos 79,5% registrados no mesmo mês de 2025.
PEIC
g1
Inadimplência recua pelo segundo mês seguido
A parcela de famílias com dívidas em atraso caiu de 29,6% em setembro para 29,3% em outubro. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o indicador estava em 30,5%, houve recuo de 1,2 ponto percentual.
➡️ Também diminuiu o percentual de famílias que afirmam não ter condições de pagar suas dívidas atrasadas. O indicador passou de 12,5% para 12,2% no mês. Em outubro de 2025, estava em 13,2%.
O tempo médio de atraso das dívidas recuou para 65,1 dias.
Endividamento recua pelo 2º mês, mas ainda atinge 81,6% das famílias
