Nesta semana, o Paraguai mergulhou em uma crise bancária que pode gerar o impeachment do presidente Santiago Peña e já provocou a renúncia da autoridade máxima do Banco Central do país.
Na última terça-feira (3), o BC interviu no principal banco digital do país, Ueno Bank, após entender que a solvência de seu sistema era menos da metade do mínimo exigido para a operação de uma instituição financeira.
Air France-KLM eleva lucro, mas prevê gasto maior com combustível
Preços de hospedagens no DF disparam para posse presidencial
5 recursos do app Inter PJ que facilitam o dia a dia do empreendedor
Os desdobramentos do atual caso do banco paraguaio trazem ainda semelhanças com o ocorrido com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, no final do ano passado - instituição brasileira liquidada pelo Banco Central em 2025 por apresentar grave crise de liquidez no conglomerado e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira.
Após a intervenção, as contas dos 3 milhões de usuários do Ueno foram bloqueadas e os ativos e passivos foram congelados. Esse número corresponde a quase metade dos 6,1 milhões de pessoas que habitam no país.
O banco digital ainda era responsável por administrar US$ 850 milhões em fundos públicos do Paraguai, sendo boa parte dos clientes afetados são aposentados.
