A adoção de agentes de inteligência artificial no trabalho é maior no Brasil do que na média de cinco países latino-americanos. Segundo a segunda edição do estudo Work:InProgress, 59% dos profissionais brasileiros utilizam essas ferramentas, ante 54% na região. O levantamento também mostra que 71% recorrem a assistentes de IA, percentual superior aos 63% registrados na média regional.
A pesquisa, realizada pelo Google Workspace, plataforma do Google que reúne ferramentas de produtividade, comunicação e colaboração para empresas, em conjunto com a IDC e a Provokers, identificou ainda que 38% dos brasileiros utilizam agentes pessoais de IA nas atividades profissionais, sem necessariamente recorrer às soluções oferecidas pelas organizações.
O estudo também aponta dificuldades das empresas para integrar essas tecnologias aos sistemas internos, estabelecer regras de utilização e capacitar os funcionários.
Agentes pessoais entram na rotina de trabalho
Diferentemente dos assistentes de IA, utilizados principalmente para responder a perguntas, produzir textos e analisar informações, os agentes conseguem executar etapas de uma tarefa a partir de objetivos definidos pelo usuário. Dependendo da configuração, consultam documentos, reúnem dados de diferentes fontes e realizam atividades de forma automatizada.
Entre as aplicações disponíveis estão os agentes pessoais, escolhidos pelos próprios profissionais e que nem sempre integram os sistemas aprovados pela empresa.
