Quem aqui é petista?Foi essa a pergunta que, segundo testemunhas, um homem fez ao entrar em um bar em Mato Grosso, na noite do último domingo, dia da eleição presidencial. Logo depois, sacou uma arma e começou a atirar. Um policial civil morreu. Outra pessoa ficou ferida.
Em Grajaú, aqui no Maranhão, três homens apareceram sorrindo, durante uma manifestação de apoio a Flávio Bolsonaro, vestindo camisetas com referências ao nazismo e exaltação ao fascismo.
No Rio de Janeiro, no próprio dia da eleição, uma mulher, professora de inglês, foi filmada fazendo uma saudação nazista dentro de um colégio que funcionava como local de votação. Ela usava uma camiseta associada à campanha de Flávio Bolsonaro e um boné vermelho com a inscrição Make America Great Again, slogan de Donald Trump. Na ocasião, um eleitor que presenciou a situação resolveu questioná-la. Perguntou se aquilo era mesmo uma saudação nazista. Ela, então, quis saber se ele era comunista. O homem respondeu que era judeu. A resposta dela? Ela disse:, Pior ainda.
Em Curitiba, um carro com adesivos de Lula foi depredado, e um dos agressores utilizou a haste de uma bandeira brasileira para quebrar o vidro. A bandeira de um país transformada em instrumento de violência. Em nome de que pátria se agride alguém por pensar diferente?
Também em Mato Grosso, um vereador foi preso após disparar contra pessoas que comemoravam a vitória de Lula. Duas mulheres ficaram feridas.
