O Brasil criou121.305 vagas de emprego formal, ou seja, com carteira assinada, em setembro deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (4/11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
O resultado é o pior para o mês de setembro desde 2020, ano em que foi iniciada a atual série histórica. No mesmo mês do ano passado, foram gerados 214,6 mil novos postos de empregos formais.
Com isso, os números de setembro deste ano representam queda de 43% em comparação com o mesmo mês do ano passado.
Em setembro de 2020, houve a criação de 162.034 vagas de emprego formal. Em relação a agosto deste ano (+161.062 empregos), o resultado de setembro representa uma queda de 24,68%.
O saldo do mês é decorrente de 2.214.437 admissões e 2.093.132 desligamentos. Do total, 78,1% dos postos foram considerados típicos, e 21,9%, não típicos, classificação utilizada pela pasta para se referir aos trabalhadores aprendizes, intermitentes, temporários e com carga horária de até 30h.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, credita a redução na geração nos empregos principalmente aos juros praticados no país.
“Desde o ano passado a gente vem falando disso, os juros vêm machucando a economia.
