A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira, 4, a Operação Ifrit, para desarticular uma organização criminosa transnacional ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC).
Segundo as investigações, o grupo movimentou mais de R$ 500 milhões em aproximadamente dois anos e atuava no tráfico internacional de drogas e armas. A informação é do portal Metrópoles.
A estrutura criminosa era liderada por três irmãos e seus filhos, de acordo com as apurações. A organização também mantinha conexão com um traficante boliviano e contava com ramificações em diferentes Estados brasileiros.
A PF investiga os envolvidos por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro. O grupo também é suspeito de participar de sequestros, torturas, atentados e homicídios.
PF checa possível colaboração policial
As investigações identificaram a participação de policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul, além de um policial rodoviário federal. Os agentes são suspeitos de fornecer informações sigilosas, proteger integrantes da organização e facilitar as atividades criminosas.
Um delegado da Polícia Civil sul-mato-grossense também é suspeito de atuar em conluio com o grupo. Segundo informações, ele teria desviado uma carga de cocaína apreendida em uma operação policial e vendido o entorpecente, avaliado em cerca de R$ 15 milhões.
