Desembargadora da Bahia, Sandra Inês Moraes, investigada na Operação Faroeste, contra esquema de venda de decisões por juízes
Reprodução/TV Bahia
O Ministério Público Federal (MPF) pediu, nesta quarta-feira (4), de quatro réus da Operação Faroeste, que investigou um esquema de venda de sentenças judiciais na Bahia, e defendeu o perdão judicial do delator Júlio César Cavalcanti Ferreira.
Os pedidos foram feitos durante a Corte Especial do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). A ação trata da acusação de existência de um esquema de venda de decisões judiciais ligado a disputas de terras no oeste da Bahia, com participação, segundo a acusação, de integrantes do Judiciário da Bahia.
Ainda no mês passado, cinco pessoas foram condenadas, entre elas o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio (aposentado) e Maria do Socorro Santiago, desembargadora e ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), afastada desde 2019.
Veja abaixo o detalhamento dos pedidos do MPF:
Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo, desembargadora do TJ-BA: condenação por corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e perda do cargo;
Vasco Rusciolelli Azevedo, advogado e filho da magistrada: condenação por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Operação Faroeste: MPF pede condenação dos réus e defende perdão judicial do delator
