A coluna apurou que a organização criminosa transnacional ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC) mantinha conexão com um traficante boliviano e atuava no tráfico internacional de drogas e armas. A estrutura, liderada por uma família, foi alvo da Operação Ifrit, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (4/11), com apoio da Receita Federal.
A investigação identificou que o grupo tinha ramificações em diferentes estados brasileiros e contava com a participação de policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul, além de um policial rodoviário federal. Os agentes são suspeitos de fornecer informações sigilosas, proteger integrantes da organização e colaborar com as atividades criminosas.
Segundo a PF, a organização é investigada por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro. O grupo também é suspeito de envolvimento em crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.
