Vivemos dias muito difíceis. A iniquidade, como bem disse Jesus, multiplica-se a olhos vistos, sem falar dos homens maus que governam povos e nações. Diante disso, muitos têm se desesperado ou mesmo nutrido a alma de angústia e medo.
A pergunta que se faz diante da maldade, da iniquidade e do relativismo é: o que fazer?
Caro leitor, ouso afirmar que, diante desse quadro, o cristão não deve reagir com desespero, cinismo ou fuga. Também não deve deixar o amor esfriar. A advertência de Mateus 24:12 é séria: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”.
Sim, o aumento da iniquidade tem o poder de resfriar o amor. E vamos combinar uma coisa? Isso tem acontecido.
Digo mais: a Igreja não é chamada a se retirar do mundo nem a se acomodar a ele. Antes, ela é chamada a permanecer na verdade, a pregar o Evangelho com clareza e a viver de forma que Cristo seja glorificado.
Ademais, é necessário que entendamos que a multiplicação da maldade no mundo não é a palavra final. Deus permanece no trono. Nosso Senhor derrotou o poder do pecado e do maligno.
Por fim, lembre-se de que o discípulo de Cristo não é regido pelo que acontece neste mundo; pelo contrário, ele vive à luz da vitória consumada na cruz, e não à luz das manchetes dos jornais.
De fato, a maldade tem se multiplicado; entretanto, apesar disso, a graça e o poder de Deus não podem ser vencidos. Cristo reina, e aquele que é Dele permanece firmes, não porque seja forte em si mesmo, mas porque Ele é fiel.
