Imagine dirigir pelas ruas de Vice City ao som de Michael Jackson, fugir da polícia ouvindo rock ou simplesmente atravessar Los Santos enquanto um locutor faz piadas sobre o comportamento dos moradores. Em Grand Theft Auto, a música nunca foi apenas um acompanhamento: ela faz parte da identidade dos jogos.
Desde o primeiro GTA, lançado em 1997, a Rockstar e suas antecessoras na franquia exploraram a ideia de transformar veículos em pequenas estações de rádio. Com o passar dos anos, esse recurso evoluiu de trilhas relativamente simples para uma das marcas registradas da série.
Agora, com GTA 6 levando os jogadores de volta a Vice City, a expectativa em torno das rádios é quase tão grande quanto a curiosidade sobre o próprio mapa.
De GTA 1 a Vice City: quando a música virou parte do mundo
No primeiro Grand Theft Auto, as músicas eram organizadas em faixas que simulavam transmissões de rádio. A ideia era simples, mas ajudava a criar a sensação de que as cidades continuavam existindo independentemente das ações do jogador.
A evolução veio com GTA III, em 2001, que apresentou estações com identidades próprias, locutores, anúncios fictícios e programas de humor. A música deixou de ser apenas uma trilha sonora para se tornar parte da construção daquele universo.
Mas foi GTA: Vice City, lançado em 2002, que transformou o conceito em fenômeno cultural.
