O próprio governo nos abastece com assuntos relevantes que enchem nossas rodas de conversa. São tantas as lambanças… elas nos causam um misto de repulsa com admiração às avessas.
Como mencionei no último texto, um órgão do governo responsável por estabelecer normas de classificação etária para o consumo de entretenimento classificou desenhos animados, de cunho religioso, exibidos pela manhã há décadas, como impróprios para menores de 12 anos.
Então, surge a questão: essa decisão foi baseada em que critérios, a não ser ideológicos?
Esqueceram, por certo, de consultar as Escrituras Sagradas, quando Jesus fala: “Qualquer um, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que creem, melhor seria que se lhe pendurasse uma pedra de moinho ao pescoço e o lançassem ao mar” (Mateus 18:6). Sendo assim, reforço: deixem as nossas crianças em paz!
No entanto, o governo se corrigiu, mesmo que tardiamente, anulando a determinação anterior e voltando ao status quo.
Que esse episódio sirva como aviso aos incautos: cuidado com o uso de sua autoridade! Que o façam com parcimônia, a fim de não causar aborrecimentos a toda uma nação religiosa de tradição judaico-cristã.
Finalizo lançando o repto: governem com os pés no chão! E que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todas as crianças do Brasil.
