Com quatro de seis candidatos, o Brasil tem grandes chances de conquistar o nono título mundial no surfe em doze anos. A última etapa será disputada entre 8 e 20 de dezembro, em Pipeline, no Havaí.
Yago Dora, Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Miguel Pupo são os brasileiros que ainda possuem chances matemáticas de conquistar o título. Do outro lado, apenas dois estrangeiros seguem na disputa: o norte-americano Griffin Colapinto e o italiano Leonardo Fioravanti.
Um aspecto do formato da competição ajuda a explicar a vantagem brasileira: os oito primeiros do ranking entram diretamente no Round 4 de Pipeline e já garantem, no mínimo, 4.980 pontos, mesmo que sejam eliminados na estreia.
Para que o título fique para Colapinto ou Fioravanti é necessário que vençam a etapa de Pipeline. Qualquer resultado que seja diferente deste cenário, encerra as chances de título mundial dos dois.
Para que o Brasil conquiste seu bicampeonato mundial consecutivo, é necessário que os dois sejam eliminados antes da final ou terminem como vice-campeões.
Brasil em vantagem
Outro cenário possível é que Medina ou Yago vençam suas respectivas baterias e avancem às quartas de final. Com esse resultado, Medina chegaria a 59.325 pontos, enquanto Yago alcançaria 58.745. Os dois ultrapassariam o teto máximo que o italiano ainda pode atingir, de 57.515 pontos, mesmo que vença em Pipeline.
A partir daí, Griffin Colapinto passaria a ser a única ameaça estrangeira ao título.
