Líderes de diferentes países comentaram as projeções dos resultados das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, que apontaram a conquista da maioria do Senado e da Câmara dos Representantes pelo Partido Democrata.
O resultado representa uma derrota para o governo de Donald Trump (Partido Republicano), que foi um dos principais alvos das campanhas democratas. Os opositores concentraram suas críticas em pautas econômicas, como o aumento do custo de vida, e na participação dos EUA na guerra contra o Irã.
CHINA
Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou nesta 4ª feira (4.nov.2026) durante entrevista a jornalistas que as eleições de meio de mandato são um assunto interno dos Estados Unidos.
“A China está disposta a continuar trabalhando com os EUA para preservar e cumprir os importantes entendimentos comuns alcançados pelos 2 chefes de Estado, intensificar a comunicação, administrar adequadamente as divergências, ampliar a cooperação e construir uma relação construtiva de estabilidade estratégica, com base nos princípios de respeito, equidade e reciprocidade”, declarou.
ESPANHA
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez (PSOE, centro-esquerda), celebrou a vitória democrata nas eleições norte-americanas.
“Ontem [3.nov], a sociedade estadunidense votou contra as políticas que só empobrecem. Contra o ódio. Contra o machismo. Contra o negacionismo climático e contra o privilégio das elites”, escreveu o premiê em suas redes sociais.
