O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou nesta 4ª feira (4.nov.2026) a Portaria MAPA nº 965, que estabelece os preços mínimos para os produtos extrativos da safra de 2027. O maior reajuste é o da macaúba (fruto), nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, cujo valor subiu 106,45%, de R$ 0,62 para R$ 1,28 por quilo.
O 2º maior aumento foi registrado pela castanha-do-brasil (em casca), com alta de 94,82%. O preço mínimo passou de R$ 3,67 para R$ 7,15 por quilo nas regiões Norte e no Mato Grosso. Leia a íntegra (PDF - 453 KB).
O pequi (fruto) teve reajuste de 66,67%, de R$ 0,69 para R$ 1,15 por quilo. Já a piaçava (fibra), na região Norte, passou de R$ 4,43 para R$ 7,01 por quilo, uma elevação de 58,24%.
A borracha natural (cernambi), nas regiões Norte,com exceção do Tocantins, e norte de Mato Grosso, teve aumento de 39,32%. O valor passou de R$ 7,96 para R$ 11,09 por quilo.
Outros produtos também tiveram reajustes. O preço mínimo do babaçu (amêndoa) subiu 30,71%, de R$ 7 para R$ 9,15 por quilo. O pinhão (fruto) teve aumento de 33,69% na região Sul, passando de R$ 4,63 para R$ 6,19 por quilo, e de 31,53% em Minas Gerais e São Paulo, de R$ 3,33 para R$ 4,38.
O pirarucu de manejo, no Amazonas, teve reajuste de 32,77%, de R$ 10,74 para R$ 14,26 por quilo. Já a andiroba (amêndoa) passou de R$ 2,86 para R$ 3,55, uma alta de 24,13%.
