Classificado pelas forças de segurança como “ultraviolento”, o grupo liderado por uma família, alvo da Operação Ifrit, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (4/11), tinha acesso a armamento pesado, veículos blindados e estruturas de apoio usadas para exercer controle territorial e intimidar rivais.
As investigações apontam que a organização criminosa, ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC), também contava com a participação de policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul, além de um policial rodoviário federal.
A organização é investigada por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro, além de crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.
