The Legend of Zelda: Ocarina of Time é um daqueles raros jogos que carrega um enorme peso em seu nome. Afinal, ele se consolidou há quase 30 anos como um dos melhores jogos já criados e se manteve nesse patamar mesmo com tantas outras obras incríveis que vieram desde então. Embora tenha envelhecido muito bem, ele ainda possui elementos óbvios que se tornaram datados desde sua chegada em 1998 e, em uma época tão propícia para remakes como agora, fazia sentido que os fãs estivessem ansiosos por uma versão nova e modernizada do jogo.
O sonho de muitos se tornou realidade quando o remake de Ocarina of Time foi anunciado para o Switch 2 e teve seu lançamento prometido ainda para 2026. Nós tivemos a oportunidade de jogá-lo por completo antecipadamente por cortesia da Nintendo e te contamos nossas impressões na análise a seguir!
Como refazer uma obra-prima?
Acredito que a primeira questão que surge com um projeto desse é: como você faz um remake digno de um jogo considerado intocável e atemporal por tantos? Praticamente qualquer abordagem seria recebida com algum tipo de crítica, ou porque mudaram coisa demais ou porque não mudaram o suficiente. De qualquer forma, esse remake estava fadado a gerar altas expectativas e a Nintendo precisava resolver o que queria de fato com essa versão.
Depois de ver muitos vídeos de gameplay do remake, além de ler entrevistas dos desenvolvedores, eu senti que a intenção era fazer algo bem fiel, mas melhorando tudo o que fosse possível.
