O debate no Supremo Tribunal Federal sobre o futuro das famosas “Bets” virou uma queda de braço direta entre as receitas milionárias do setor e a crise de saúde no país.
De um lado, times de futebol e empresas pressionam pela liberação das bets para manter contratos de patrocínio; do outro, o governo defende a proibição imediata alertando para o impacto devastador do vício na saúde mental e no bolso das famílias.
