Um armário soterrado pela erupção do Monte Vesúvio, em 79 d.C., revelou objetos pessoais que permaneceram enterrados por quase 2 mil anos em Pompeia, no sul da Itália. Entre os achados estão 38 moedas de bronze, utensílios de beleza e um conjunto de amuletos associados à proteção das crianças na Roma Antiga.
A descoberta foi divulgada em 29 de outubro pelo Parque Arqueológico de Pompeia. Os vestígios foram encontrados na chamada Casa de Cornélio Máximo, localizada na Via dell’Abbondanza, uma das principais ruas da antiga cidade.
Os pertences oferecem pistas sobre os hábitos domésticos, as crenças e as possíveis atividades econômicas dos antigos moradores. A identidade dessas pessoas, no entanto, permanece desconhecida.
O que os arqueólogos encontraram no armário?
Entre os objetos recuperados estão pinças, uma paleta utilizada para misturar pigmentos, um pequeno frasco de vidro para óleos ou perfumes e uma lamparina de bronze. Também foram encontrados recipientes de cerâmica, vidro e metal, além de utensílios utilizados no cotidiano da residência.
Outro achado foi um conjunto de 38 meodas de bronze, armazenadas em um pequeno recipiente. Os pesquisadores também identificaram pesos de chumbo dentro de uma caixa de madeira deteriorada, que podem ter sido utilizados em atividades comerciais. Porém, ainda não é possível determinar a ocupação dos habitantes da casa.
