Nunca se ocupou tanto galpão de alto padrão no estado de São Paulo. De janeiro a setembro de 2026, a absorção líquida, que é o saldo entre áreas ocupadas e devolvidas, chegou a 1,56 milhão de metros quadrados, acima dos 1,43 milhão de metros quadrados de todo o ano de 2025, até então o recorde da série histórica, segundo a consultoria Newmark.
O paradoxo dos galpões: aluguel sobe 25%, mas cotas dos FIIs de logística recuam
