São Paulo, Um gerente de vendas da Melitta, em São Paulo, investigado por estupro de vulnerável pela Justiça de Santa Catarina, acumula denúncias de assédio moral no trabalho. Rogério Gualberto é funcionário da multinacional há 21 anos. Ele não respondeu ao contato da reportagem. Ao Metrópoles, a empresa disse tratar o caso com seriedade e ter adotado procedimentos internos de apuração.
Gualberto é acusado de estuprar uma ex-funcionária da empresa durante uma confraternização de trabalho, em Florianópolis, Santa Catarina, em dezembro de 2024. Ela estava com a consciência alterada após ingerir medicações. Por isso, o caso é tratado como estupro de vulnerável.
A Polícia Civil de Santa Catarina confirmou à reportagem que o boletim de ocorrência gerou um inquérito, que já foi finalizado e encaminhado à Justiça do estado. Agora, Gualberto responde criminalmente.
Ele também é acusado por diferentes subordinados de praticar assédio moral e desrespeitar colaboradores. Segundo as denúncias, alguns funcionários da empresa desenvolveram problemas de saúde e ingressaram com ações na Justiça trabalhista.
Estupro de vulnerável
Gualberto teria abusado sexualmente de uma ex-funcionária da Melitta durante uma confraternização em um resort na capital catarinense, Florianópolis. Com hipoglicemia e anemia profunda, a mulher desmaiou após um jantar. Ela estaria semi-inconsciente durante o abuso, que aconteceu em um dos quartos do hotel.
