Recentemente, especialistas em inteligência artificial têm alertado a população sobre as possíveis consequências dessa ferramenta para o futuro. Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho da IA”, declarou que a tecnologia pode levar ao extermínio de parte da população, o que reforça a necessidade de uma regulamentação rigorosa. Assim como Hinton, Mustafa Suleyman, CEO da Microsoft AI, também alerta para o estágio de perigo ao qual a tecnologia pode chegar. Além das preocupações em áreas como saúde e economia, o futuro incerto da IA representa um risco para a indústria da moda, visto que esse setor está cada vez mais dependente da tecnologia.
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Futuro perigoso da IA
Geoffrey Hinton ganhou o Prêmio Nobel de Física em 2024, ao lado do físico John Hopfield, devido às descobertas fundamentais que a dupla fez em relação ao aprendizado de máquina por meio de redes neurais artificiais. Entretanto, pouco depois de ser agraciado pela Academia Sueca, Hinton deixou o Google para fazer críticas à IA generativa, tecnologia capaz de produzir textos e imagens a partir de comandos simples.
De acordo com Hinton, a evolução dos sistemas pode levá-los a concluir que não precisam dos seres humanos. Assim, ao compreenderem os humanos como um obstáculo a ser eliminado, as IAs poderiam colocar em risco cerca de 10% a 20% da população mundial, estima o especialista.
