Ao voltar de férias, Charlie Maxwell, de 44 anos, do Reino Unido, acreditou que a dor nas costas e nas costelas do lado esquerdo fossem consequência de carregar uma mochila pesada.
O desconforto, porém, persistiu e, após um episódio de falta de ar e uma investigação médica, ela recebeu o diagnóstico de câncer de pulmão em estágio quatro com disseminação para uma costela.
Charlie compartilha em suas redes sociais que nunca havia fumado e era ex-jogadora de rúgbi. Inicialmente, interpretou a dor como uma lesão muscular e adiou a procura por atendimento, por acreditar que pouco poderia ser feito para aliviar um problema nas costelas.
Com o passar do tempo, o incômodo começou a atrapalhar atividades simples, como soprar um apito e dormir do lado esquerdo. Ela também percebeu que a dor aparecia ao rir ou soprar, embora não ocorresse quando movimentava o corpo.
Durante uma visita à irmã, na Espanha, Charlie ficou sem fôlego ao subir um lance de escadas e precisou parar para se recuperar. A dificuldade chamou sua atenção porque, mais cedo, havia nadado e caminhado sem problemas. Foi a partir daquele episódio que decidiu procurar o médico.
Os médicos demonstraram preocupação, mas Charlie não conseguiu ser encaminhada pelo protocolo de investigação de câncer em duas semanas, em razão da idade e da ausência de histórico de tabagismo. A orientação foi procurar diretamente o pronto-socorro.
