Serviço de monitoramento inteligente da cidade de São Paulo (SP), o Smart Sampa teve mais uma brecha de segurança identificada nos últimos dias. De acordo com o UOL, uma falha permitiu o acesso indevido a 17 mil câmeras de segurança do sistema.
É a segunda grande brecha que envolve o Smart Sampa nas últimas três semanas: em outubro, o Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação para apurar os vazamentos que resultaram na exposição de 58 mil câmeras no período de 11 meses.
A reportagem original informa que teve acesso às imagens hospedadas na empresa de nuvem Monuv por cinco dias, mas os links comprometidos foram removidos posteriormente. O acesso permitia acompanhar, ao vivo, a movimentação de ruas em que residem autoridades como o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e os ex-presidentes Michel Temer e Fernando Henrique Cardoso.
Após a primeira falha, a Prefeitura de São Paulo anunciou que o reconhecimento facial seria obrigatório para acessar o Smart Sampa.
Por que o erro aconteceu de novo?
A brecha mais recente é atribuída a uma falha no código-fonte da Sentinelx, que controla a plataforma tecnológica do Smart Sampa. Arquivos disponíveis na web revelavam endereços de serviços usados para buscar dados, o que permitia acessar cadastros e até os links das transmissões.
