O presidente dos EUA, Donald Trump, durante culto realizado na Casa Branca, em 9 de setembro de 2025.
Divulgação/ Casa Branca
Orações diárias, cultos em pleno Pentágono, um escritório da fé dentro da Casa Branca, candidatos e influenciadores defendendo valores cristãos conservadores. E um presidente proclamando que seu país virou uma "nação de Deus".
Desde o início de seu mandato, o governo de Donald Trump vem se aproximando de organizações, símbolos, práticas e personalidades religiosas e levando o cristianismo para dentro da Casa Branca. A fé também virou peça-chave na campanha para as eleições de meio de mandato nos EUA, as chamadas midterms, que renovarão parte do Congresso norte-americano nesta terça-feira (3).
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Para tentar manter o controle do Congresso, e contrariar as pesquisas, que apontam vitória democrata, o Partido Republicano sabe que depende do eleitorado cristão. Pesquisas de aprovação e intenção de voto nos EUA apontaram que cristãos evangélicos brancos, principalmente os protestantes, segundo o instituto Pew Research, são o eleitorado mais fiel de um presidente em baixa história de popularidade.
Entre todos os outros grupos, inclusive outros evangélicos e católicos, há mais eleitores que desaprovam que aprovam Trump.
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