Após listar quais são as panelas menos nocivas à saúde do consumidor, sendo a de aço inoxidável, ferro fundido, vidro borossilicato e de cerâmica de alta pureza, o nutricionista Gabriel Moliterne elenca as versões que deveriam ser evitadas. Para explicar, o profissional aponta também as substâncias contidas nessas opções e por que oferecem riscos à saúde.
De acordo com o integrante do Hospital Albert Sabin de São Paulo (HAS-SP), o grande perigo não está apenas no material da panela, mas em como reage ao calor, ao tempo e aos ingredientes (como o sal e a acidez dos alimentos), liberando substâncias indesejadas no prato.
Alumínio não anodizado (alumínio cru)
Segundo o especialista em nutrição funcional integrativa, o calor, o sal e os ácidos aceleram bastante a liberação desse metal na comida. Gabriel esclarece que o corpo tem dificuldade para eliminar o elemento químico. “Acumulado ao longo do tempo, pode afetar o sistema nervoso”, sustenta.
O expert salienta que cozinhar alimentos ácidos por muito tempo nesse tipo de panela é algo que “dispensa totalmente.”
Antiaderentes (Teflon/PTFE) riscados ou velhos
