Talvez você nunca tenha ouvido falar ou, quem sabe, pense se tratar de mais uma teoria da conspiração. Embora meu foco não seja o jornalismo bélico, quando a informação chega, temos o dever de noticiar.
Vivendo na Costa Espacial da Flórida, na vizinhança da NASA e da Base da US Space Force, tenho dois sentimentos: estou próximo de um alvo de interesse, mas também me sinto seguro.
Nunca, na história da humanidade, vivemos uma fase da civilização tão dependente de tecnologia. E o tema sempre me fascinou.
Certa vez, produzi um documentário abordando a possibilidade de uma tempestade solar perfeita causar um apagão tecnológico sem precedentes. Imagine a civilização atual sem internet, energia elétrica e comunicações por dias. Seria um caos, com danos incalculáveis.
O problema é que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos acredita que tal perigo talvez não venha de um fenômeno astronômico, mas de um ataque coordenado por nações inimigas.
Por causa disso, no dia 30 de setembro de 2026, um memorando foi assinado para alinhar um planejamento de defesa plurianual voltado a garantir que as instalações militares dos EUA continuem operando mesmo sob colapso de redes civis, interrupções em cadeias globais de suprimentos ou ataques eletromagnéticos e orbitais.
O objetivo é que as instalações militares sejam capazes de manter prontidão operacional contínua por até 90 dias.
Nossa tecnologia atual depende de chips de computadores vulneráveis ao espectro eletromagnético.
