Durante décadas, as empresas brasileiras contaram com um fôlego colateral no caixa. Ao vender, recebem o valor cheio, com os tributos embutidos, e só recolhem o imposto no mês seguinte. Nesse intervalo de 30 a 40 dias, o dinheiro do Fisco fica no caixa da empresa e ajuda a pagar fornecedores, salários e estoque.
Split payment da reforma tributária força empresas a rever caixa e contratos desde já
