O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (3) que dentro de sua agenda com o presidente Luiz Inácio da Lula da Silva (PT) nada do que está sendo tratado justifica uma posição de medo do mercado brasileiro.
“Nós estamos tratando de um ajuste gradual, que respeite os compromissos de campanha, que seja justo em relação aos mais pobres, em relação à progressividade que é necessária ser buscada no nosso sistema”, afirmou o ministro durante coletiva de imprensa.
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Durigan afirmou ainda que o projeto apresentado durante a campanha de reeleição de Lula se comprometia com as diferentes classes e categorias no país e, ao mesmo tempo, apresentar uma melhora fiscal.
“Esse é um grande desafio. Nós vamos ter que achar o caminho para fazer essas duas coisas sem procurar uma narrativa fácil”, adicionou.
O ministro também endossou que, até o momento, passado uma semana das eleições encerradas em 25 de outubro, existe uma precipitação sobre com quem Lula irá conversar ou não, e que o presidente “não tem agenda com outros economistas”.
Ainda devido ao período curto de tempo, Durigan disse que alguns processos ainda não estão concluídos, mas que pode assegurar que o governo federal irá seguir uma trajetória para a melhora das contas públicas no país.
