São Paulo, O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) enviou um ofício para que a Meta, responsável pelo Facebook e pelo Instagram, forneça informações sobre o perfil da empresa de rope jump envolvida na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em junho deste ano. A jovem foi arremessada, sem corda, de uma ponte durante um salto em Limeira, no interior do estado.
No documento, o TJSP pede que a Meta informe se a empresa apagou as postagens após o incidente e explique por que a conta da empresa no Instagram foi desativada.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, perdeu a vida após cair de uma altura de aproximadamente 40 metros durante prática conhecida como rope jump.
Em vídeos que circularam nas redes sociais, é possível ver três instrutores levantando a vítima e, em seguida, jogando a jovem da Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo.
Outros praticantes da modalidade que estavam presentes no momento perceberam, logo após a queda, que a jovem estava sem cordas.
Um amigo da jovem ficou em choque ao presenciar o ocorrido e precisou ser hospitalizado.
Os três envolvidos que aparecem nas imagens foram presos por homicídio com dolo eventual, quando há risco de morte, mesmo que sem intenção de matar.
A CEO da empresa responsável pelo salto também foi presa.
A Justiça decidiu que os quatro devem permanecer presos.
