As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, realizadas nesta terça-feira (3), vão muito além da disputa por cadeiras no Congresso. Embora o presidente Donald Trump não esteja nas urnas, o resultado pode redefinir o equilíbrio de forças em Washington e afetar diretamente os negócios de algumas das maiores empresas do mundo, especialmente as gigantes de tecnologia.
Conhecidas como midterms, as eleições renovam toda a Câmara dos Representantes e cerca de um terço do Senado. A disputa também envolve governos estaduais e pode determinar o espaço que a oposição terá para fiscalizar o governo, questionar contratos e pressionar empresas que dependem de decisões políticas e recursos federais.
Para as big techs, o resultado importa porque Washington faz parte de seus modelos de negócio. Investimentos em inteligência artificial (IA), contratos militares, regulamentações para criptomoedas e até projetos de infraestrutura podem ser afetados pela composição do Congresso.
A Coreia do Norte classificou como “retórica absurda” as acusações dos Estados Unidos de que o país estaria por trás de um ataque hacker que desviou mais de US$ 6 bilhões (cerca de R$ 32,5 bilhões) em criptomoedas da Binance, a maior plataforma de negociação de ativos digitais do mundo.Saiba mais.
