O Projeto Onças do Iguaçu divulgou, nesta segunda-feira (2), um balanço das iniciativas e dos registros de animais realizados nos últimos três meses no Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná.
Ao todo, foram utilizados 78 pontos de monitoramento do censo de 2026, distribuídos por todo o parque. As fortes chuvas durante o período impediram o acesso a nove pontos, enquanto outros 23 precisaram ter as câmeras realocadas devido à elevação do nível das águas.
O monitoramento contabilizou mais de 150 mil registros, com a identificação de 26 espécies de mamíferos. Além das seis espécies de felinos, foram registradas outras 19 espécies de mamíferos de pequeno, médio e grande porte, como jaguatiricas, capivaras, tamanduás bandeira e mirim.
As onças-pintadas foram registradas em 46 dos 78 pontos de monitoramento do parque. Ao todo, foram identificados 31 indivíduos, sendo 28 adultos e três filhotes.
Entre as fêmeas, a onça Cacira segue como a líder de aparições, com 120 registros. Já entre os machos, Kaluanã contabilizou 30 registros.
Entre as novidades do trimestre, o projeto identificou duas novas onças na região: Mbyja, nome que significa “estrela” em guarani, e o macho Tembi.
