O presidente americano, Donald Trump, discursou em Washington na véspera das eleições de meio de mandato, em evento realizado diante do espelho d’água do Lincoln Memorial.
O discurso foi descrito como o último ato presencial de campanha de Trump em favor dos candidatos republicanos na capital americana, e descreveu os candidatos democratas como “extremistas”.
Uma parte considerável da fala foi dedicada a justificar a reforma realizada no espelho d’água do Lincoln Memorial, obra que gerou grande polêmica.
Segundo relatos, Trump quis pintar o espelho d’água de azul, o que provocou uma proliferação de algas e obrigou o local a ser coberto temporariamente.
O espaço é historicamente simbólico nos Estados Unidos, foi palco de discursos célebres, como o de Martin Luther King na década de 1960, e sua interdição impediu que visitantes da capital pudessem contemplar o local.
Trump alegou que o espelho havia sido alvo de vandalismo para justificar a intervenção.
Críticas aos democratas e eleições de meio de mandato
Após os primeiros 15 minutos dedicados à obra, Trump voltou sua atenção para as eleições.
Ele afirmou que as eleições de meio de mandato seriam “as mais importantes de nossas vidas” e partiu para um ataque direto aos candidatos do Partido Democrata.
“O Partido Democrata indicou a lista de candidatos mais extrema e perigosa da história americana. Esses são os candidatos mais perigosos já lançados”, declarou Trump.
