Durante os anos 2000, três mangás e suas adaptações em anime dominavam o mercado japonês. Bleach, Naruto e One Piece eram forças a serem consideradas, uma tríade sem precedentes em todo o cenário, com uma base colossal de fãs e presença garantida em qualquer evento da comunidade.
Essa indústria já tinha visto febres antes, assim como viu algumas depois, mas o trio carregava “o molho”. Publicadas na Weekly Shonen Jump, as obras eram as mais lidas de todas (mesmo que, naquela época, também estivessem disponíveis histórias como Rurouni Kenshin e Gintama).
Elas não representavam apenas a culminação do que é um “herói shonen”, mas reforçava todos os valores da emblemática revista nipônica. Onde mais você veria lutas épicas, conversão de inimigos para o lado heroico e grupos tão diversos e unidos em prol do “bem”? Em resumo, nada batia de frente com eles.
Conhecidos como o “Big Three”, Bleach, Naruto e One Piece definiram uma época. Tanto para quem lia mangás, quanto para quem assistia animes, eles representavam um fenômeno como nunca houve antes, nem mesmo nos dias atuais. Conheça como ele se formou e seus impactos na cultura global:
O contexto de Big Three
No ano de 1995, o mangá de Dragon Ball Z tinha sua história encerrada por Akira Toriyama e deixou um grande vácuo no mercado. Mesmo com o anime em circulação, a revista Weekly Shonen Jump entrou em estado de desespero: quem faria vender volumes agora que Goku tinha partido?
