O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de um comício de campanha para as eleições de meio de mandato no Five Flags Center em Dubuque, Iowa, EUA, em 1º de novembro de 2026
REUTERS/Evan Vucci
Na véspera das eleições que decidirão se o Partido Republicano, do presidente Donald Trump, manterá o controle do Congresso, a atenção dos eleitores está voltada para a economia. Os preços elevados são uma das principais preocupações, e muitos americanos atribuem a inflação persistente às políticas do presidente, especialmente às tarifas comerciais e à guerra com o Irã.
Em resumo, os norte-americanos estão insatisfeitos.
Os números, no entanto, contam uma história mais complexa. Do lado positivo, a taxa de desemprego permanece historicamente baixa, há mais pessoas empregadas do que nunca e o crescimento econômico é sólido. Além disso, o aumento dos investimentos em inteligência artificial (IA) impulsionou o mercado de ações, pelo menos até recentemente, elevando o valor das reservas financeiras para a aposentadoria de milhões de pessoas.
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Na contramão desse cenário está a inflação. Embora esteja longe dos níveis registrados há alguns anos, ela continua elevada e afeta o orçamento das famílias. Os consumidores sentem o impacto no bolso ao abastecer o carro, pagar as contas de serviços públicos ou pedir uma refeição.
Eleitores dos EUA demonstram pessimismo em relação à economia às vésperas das eleições
