Se você já teve a experiência de acordar ao lado de alguém ou presenciar uma pessoa dormindo com as palpebras entreabertas, certamente, já passou por uma das cenas mais curiosas - para não dizer angustiante, para alguns - que se pode vivenciar. A explicação está em algo chamado de fênomeno de Bell e atinge muito mais gente do que parece.
È comum notar apenas a parte branca do olho, e embora intranquilize parte das pessoas, ele corresponde a um mecanismo automático de defesa do corpo humano.
Mas o que acontece?
A junção impossível entre as palpebras acontece quando o globo ocular gira para cima e ligeiramente para fora.
O corpo ao adormecer - em um movimento automático - desloca a parte mais importante da visão para uma região protegida.
Por que isso acontece e quantos são afetados?
Com a rotação do olho para a parte superior, a área mais sensível da estrutura ocular fica oculta e protegida sob a pálpebra. A finalidade desse deslocamento involuntário é exclusivamente protetiva.
Esse não é um dos sete mitos sobre os ciclos do sono. Essa reação biológica se manifesta em cerca de três em cada quatro pessoas.
A atividade ocular sofre novas alterações conforme o ciclo de descanso avança.
Aproximadamente 60 a 90 minutos após pegar no sono, inicia-se o período conhecido como sono REM, momento em que ocorrem os sonhos mais vívidos.
Entre as diferentes fases do sono, nesta fase, os olhos passam a se mover rapidamente de um lado para o outro.
