Candidatos ao Senado de Alasca, Iowa, Kansas, Maine, Michigan, Ohio, Texas e Carolina do Norte
Reuters e AP
Nas eleições de meio de mandato, as chamadas midterms dos Estados Unidos, que acontecem na próxima terça-feira (3), a disputa pela maioria do Senado americano promete ser um dos embates mais acirrados.
O pleito vai definir a composição do Congresso e tem impacto direto sobre o mandato do presidente Donald Trump, influenciando sua capacidade de implementar a agenda do governo nos próximos dois anos. Para Trump, que hoje tem um dos piores índices de aprovação desde o início do mandato, é crucial manter a maioria republicana na Câmara e no Senado.
➡️ Nos EUA, os senadores têm mandatos de seis anos. A cada dois anos, 1/3 das vagas são renovadas. Na próxima terça, 35 cadeiras estão em disputa, destas, 22 são atualmente ocupadas por republicanos e 13 por democratas.
Para retomar o controle, o Partido Democrata precisa chegar a 51 cadeiras.
Já o Partido Republicano, para manter a maioria, precisa de apenas 50. Isso porque, em caso de empate, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, tem o voto de minerva a favor dos republicanos.
O partido de Donald Trump entra nas midterms com a maioria de 53 senadores na Casa. A oposição ocupa 47 assentos.
Para inverter o placar, os democratas precisam "virar" quatro cadeiras, enquanto tentam manter outras consideradas vulneráveis, em especial Michigan.
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