O senador Dan S. Sullivan (esquerda) e candidato Dan J. Sullivan (direita) disputam as primárias no Alasca
Mark Thiessen e Becky Bohrer/AP
Uma juíza federal dos Estados Unidos indeferiu neste domingo (1º) uma ação do governo do presidente Donald Trump que buscava impedir o Alasca de certificar a derrota do senador republicano Dan Sullivan nas eleições de meio de mandato da próxima terça-feira, caso os votos dados a um rival com o mesmo nome pudessem ter alterado o resultado.
A decisão da juíza federal Sharon Gleason, em Anchorage, foi o mais recente revés nos esforços de Trump para ampliar o papel do governo federal nas eleições, que, segundo a Constituição dos EUA, são administradas pelos estados.
A disputa entre Sullivan e a ex-deputada federal democrata Mary Peltola pode ser decisiva para determinar se os republicanos, aliados de Trump, conseguirão manter o controle do Senado nas eleições de meio de mandato.
O governo Trump tem adotado uma postura cada vez mais agressiva na supervisão eleitoral, pressionando os estados a fornecer dados de registro de eleitores e argumentando que medidas mais rigorosas são necessárias para garantir a confiança do público no voto.
Críticos, entre eles autoridades eleitorais democratas e alguns republicanos, consideram essas medidas uma intromissão excessiva do governo federal.
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