Carros de aplicativo, veículos de leilão e carros antigos são justamente os perfis que mais encontram portas fechadas no seguro auto tradicional. Em cada caso, o que muda é diferente. No carro de aplicativo, o ponto central é o uso comercial, que precisa ser declarado e costuma encarecer a apólice. No carro de leilão, o histórico do veículo pode levar à recusa ou a uma indenização menor em caso de perda total. No carro antigo, a idade limita a aceitação em muitas seguradoras e torna a franquia mais pesada em relação ao valor do carro.
Para o motorista, a regra é a mesma nos três cenários: Declarar a situação real na contratação e conferir no contrato como ela afeta o preço, as coberturas e o valor da indenização. Omitir o uso comercial ou a origem de leilão pode levar à negativa de um sinistro.
A Loovi é uma insurtech e comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP. Na Loovi, o preço parte do valor do carro na Tabela FIPE, sem análise do perfil de quem dirige, e a empresa aceita os três perfis tratados neste texto.
Por que esses carros têm regras diferentes no seguro?
O preço e as condições de um seguro refletem o risco que a seguradora assume.
