Honda CR-V
Divulgação / Honda
O Honda CR-V é um sucesso de vendas no mercado norte-americano. O modelo vendeu mais de 226 mil unidades no primeiro semestre deste ano, sendo 51% de versão com motor híbrido.
No Brasil, a história é totalmente diferente. Em 2026, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico, a Honda conseguiu emplacar só 133 unidades do SUV. É como se o campeão de vendas fosse invisível para os consumidores brasileiros.
E o preço de R$ 353.500 não pode ser desculpa. Os clientes no Brasil estão comprando SUVs nessa faixa de preço, até mais caros. Para ficar em apenas um exemplo, o BYD Atto 8 foi lançado em março, custa R$ 399 mil e já emplacou 1.231 unidades.
O g1 testou o SUV da Honda na estrada e na cidade para mostrar o que o carro oferece, e responder por que o modelo de maior sucesso nos EUA não consegue decolar em vendas no Brasil.
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É bom entender que o CR-V melhorou em relação a seu antecessor. O SUV cresceu em entre-eixos e largura da carroceria em relação à geração anterior. A mudança foi utilizada para ampliar o espaço disponível na cabine.
O porta-malas tem capacidade para 581 litros. O volume pode ser alterado conforme a necessidade de transporte, porque o banco traseiro desliza até 190 mm pelos trilhos no chão.
O espaço traseiro é bom e fica ainda mais cômodo para viagens longas ao inclinar o encosto. Ele pode ser ajustado em oito posições diferentes.
Por que o Honda CR-V é um sucesso nos EUA, mas quase não vende no Brasil? O g1 testou o SUV 'invisível'
