Ao comprar uma panela ou um conjunto, há quem pesquise as descrições para saber se o objeto contém substâncias prejudiciais à saúde, como o alumínio não anodizado, em outras palavras, o material cru. Diante das dúvidas na hora de adquirir o item, a coluna Claudia Meireles conversou com o nutricionista Gabriel Moliterne para saber quais são as melhores versões.
Membro do corpo clínico do Hospital Albert Sabin de São Paulo (HAS-SP), o especialista em nutrição integrativa e funcional explica que, na prática clínica, “não existe uma panela perfeita para todas as pessoas, mas sim, há uma escolha ideal para o perfil de cada indivíduo.”
Panelas
Abaixo, o nutricionista recomenda quais são as panelas e esclarece alguns questionamentos a respeito dos materiais:
Aço inoxidável (aço inox de boa qualidade, como as ligas 304 ou 316)
De acordo com o profissional, as panelas de aço inoxidável são as queridinhas para uso diário por serem resistentes à corrosão. Ele alerta quanto ao único ponto de atenção: “Se você for cozinhar receitas muito ácidas por horas (como um molho de tomate caseiro), pode haver uma pequena liberação de níquel e cromo.”
Gabriel pondera que, para a maioria das pessoas, a liberação de níquel e de cromo não é um problema. Contudo, indivíduos alérgicos aos materiais ou com um quadro inflamatório mais sensível devem “ficar de olho” em possíveis sintomas.
Ferro fundido
Segundo o expert em saúde metabólica, as panelas feitas com esse material são “excelentes”.
