O documentário “Tudo Pode Ser Visto” (“You Can See Everything”, no título original) já arrecadou US$ 56 milhões (R$ 304 milhões) na terceira semana em cartaz nos Estados Unidos, segundo a Variety.
De acordo com análises de especialistas da companhia de mídia, com o sucesso das primeiras sessões, a produção pode se tornar o primeiro documentário do gênero a receber uma indicação a Melhor Filme no Oscar.
O longa-metragem inédito acompanha Elizabeth Holmes, fundadora da Theranos, empresa de tecnologia da saúde que prometia realizar centenas de exames a partir de uma única gota de sangue e se tornou protagonista de um dos maiores escândalos do Vale do Silício.
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A obra começou a ser gravada cerca de 34 dias antes da mulher iniciar a pena de prisão, acompanhando seus últimos dias em liberdade. Em 2022, Holmes foi condenada a mais de 11 anos, após várias acusações de fraude por investidores enquanto administrava a agora extinta startup.
Na vida real, em 2015, o The Wall Street Journal publicou uma reportagem que expôs o esquema fraudulento. As investigações provaram que pacientes receberam diagnósticos incorretos e investidores perderam fortunas.
