Protestos do movimento No Kings pedem que eleitores votem em antecipado nas eleições de meio de mandato nos EUA
Jose Luis Magana/AP
Com a aproximação das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro, a inteligência artificial ganha cada vez mais espaço na propaganda eleitoral. Ao mesmo tempo, aumenta a preocupação com o uso da tecnologia para espalhar informações falsas em anúncios políticos.
Pesquisadores chamam essa prática de "slopaganda", termo que combina propaganda política com conteúdos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial.
A prática é usada tanto por republicanos quanto por democratas, mas candidatos e grupos ligados ao Partido Republicano, do presidente Donald Trump, concentram a maior parte dos investimentos nesse tipo de propaganda eleitoral neste ano.
Em um dos anúncios, Abdul El-Sayed, candidato democrata ao Senado pelo estado de Michigan, aparece segurando cartas de um jogo de tabuleiro com as frases "Morte aos EUA" e "Celebre o 11 de Setembro", em referência aos atentados às Torres Gêmeas, em Nova York.
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"A destruição de Israel e do Ocidente não é apenas um jogo para eles", afirma um narrador no vídeo. Em seguida, acrescenta: "É uma missão".
O anúncio também mostra uma imagem de família gerada por inteligência artificial. Nela, o candidato, que é muçulmano e filho de um egípcio, aparece ao lado de quatro mulheres usando véus que cobrem todo o corpo.
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